Aula 1Analisadores urinários instrumentados: calibração, manutenção, verificação eletrônica de resultados e interface com LISEsta seção aborda analisadores urinários automatizados, incluindo calibração, manutenção rotineira, verificações internas, validação eletrônica de resultados, revisão de bandeiras e interface segura com o sistema de informação do laboratório.
Princípios dos leitores automatizados de tirasProcedimentos e frequência de calibraçãoTarefas de manutenção diária e periódicaVerificações internas e bandeiras de QC eletrônicasValidação de resultados e verificações deltaConectividade LIS, mapeamento e paradasAula 2Analitos das tiras reagentes: fisiologia detalhada, princípios analíticos e significância clínica de esterase leucocitária, nitrito, proteína, glicose, cetonas, sangue, bilirrubina, urobilinogênio, pHEsta seção revisa cada analito principal das tiras reagentes, ligando fisiologia renal e sistêmica aos princípios analíticos, desempenho esperado e interpretação clínica, com ênfase em limitações, resultados falsos e correlação de resultados.
Esterase leucocitária: fonte, reação, resultados falsosNitrito: conversão bacteriana, limites de sensibilidadeProteína: viés para albumina, efeitos de pH e salGlicose: limiar renal e química da tiraCetonas: foco em acetoacetato e omissõesSangue: hematúria, hemoglobinúria, mioglobinúriaAula 3Padrões de documentação e relatórios para resultados físicos e químicos, incluindo procedimentos de notificação de valores críticosEsta seção define padrões de documentação e relatórios para urinálise física e química, incluindo intervalos de referência, comentários de resultados, valores críticos, procedimentos de notificação e retenção regulatória de registros.
Unidades padronizadas e intervalos de referênciaRelatório estruturado de cor e clarezaUso de comentários interpretativos e de cautelaDefinição e listagem de valores urinários críticosNotificação e escalonamento de valores críticosNecessidades de retenção de registros e trilha de auditoriaAula 4Interferências e artefatos em testes químicos (agentes oxidantes, ácido ascórbico, urina altamente concentrada) e como detectá-los/mitigá-losEsta seção aborda interferências e artefatos comuns em testes químicos, como agentes oxidantes, ácido ascórbico, pigmentos e urina altamente concentrada, fornecendo estratégias para detectar, confirmar e mitigar seu impacto.
Limpeza oxidante e resíduos de peróxidoImpacto do ácido ascórbico nas almofadas de sangue e glicoseInterferência de medicamentos e corantes alimentares pigmentadosEfeitos de urina altamente concentrada ou diluídaTestes confirmatórios para resolver discrepânciasMedidas preventivas na coleta de amostrasAula 5Limitações da semiquantificação de proteína e uso da razão proteína/creatinina; interferência e falsos positivos/negativosEsta seção examina limitações da semiquantificação de proteína por tiras, fontes de resultados falsos e o papel da razão proteína/creatinina para melhor avaliação de proteinúria em diversos contextos clínicos e pré-analíticos.
Erro de proteína dos indicadores: química da tiraInterferências de pH, concentração e medicamentosFalsos positivos de desinfetantes e mucoFalsos negativos em proteinúria não albuminúricaPrincípios da razão proteína/creatinina em amostra isoladaUso clínico no monitoramento de doença renalAula 6Medição da densidade específica: técnica de refratômetro manual, noções básicas de urinômetro e procedimentos de calibraçãoEsta seção explica a medição da densidade específica usando refratômetros e urinômetros, cobrindo princípios, calibração, correções de temperatura e proteína/glicose, limitações em osmolaridade extrema e comparação com osmometria.
Base física da densidade específica da urinaOperação e leitura do refratômetro manualCalibração e manutenção do refratômetroTécnica do urinômetro e erros comunsFatores de correção para proteína e glicoseComparação com medição de osmolaridadeAula 7Fluxo de trabalho passo a passo para teste com tiras reagentes: manuseio correto da tira, sequência de pontos de tempo de leitura e janelas de interpretaçãoEsta seção delineia o fluxo de trabalho completo com tiras reagentes, incluindo mistura da amostra, imersão da tira, temporização das leituras, evitar contaminação, janelas de interpretação e documentação de resultados inválidos ou questionáveis.
Mistura da amostra e verificações pré-analíticasPráticas corretas de armazenamento e manuseio da tiraProfundidade de imersão, tempo e remoção de excessoTemporização de cada almofada e evitar contaminação cruzadaLeitura de mudanças de cor dentro das janelas definidasCritérios para repetir ou rejeitar um testeAula 8Inspeção visual padronizada: avaliação de cor, clareza/turbidez, descritores de odor e documentaçãoEsta seção padroniza a inspeção visual da urina, definindo escalas de cor, categorias de clareza e turbidez, descritores de odor e iluminação e recipientes adequados, enfatizando documentação consistente e correlação com achados químicos.
Requisitos de iluminação padrão e fundoTerminologia de cor e gráficos de referênciaCritérios de classificação de clareza e turbidezCausas comuns de cores urinárias anormaisDescritores de odor e relevância clínicaRegistro de achados visuais no LISAula 9Controle de qualidade para tiras reagentes: verificação de lote, materiais de QC diários, limites de controle, registro e ações corretivasEsta seção detalha o controle de qualidade para tiras reagentes, incluindo verificação de novo lote, seleção e armazenamento de materiais de QC, estabelecimento de limites de controle, documentação, revisão de tendências e ações corretivas apropriadas.
Teste paralelo de novo lote e aceitaçãoSeleção de níveis e tipos de material de QCFrequência de QC e regras de aceitação de corridaGráficos de Levey-Jennings e detecção de tendênciasDocumentação de falhas de QC e açõesTreinamento e competência da equipe em QCAula 10Glicose e cetonas: limiares clínicos, interferência e impacto da preservação e temporizaçãoEsta seção foca em glicose e cetonas na urina, descrevendo limiares renais, pontos de corte diagnósticos, interferências principais, manuseio da amostra, temporização da coleta e como preservação e atrasos alteram as concentrações medidas.
Limiar renal e manuseio tubular da glicoseFaixas clínicas para interpretação de glicosúriaProdução de cetonas em jejum e cetoacidosePrincípios químicos das almofadas de glicose e cetonasEfeitos do tempo e temperatura de armazenamentoÁcido ascórbico e outras substâncias interferentes